domingo, 27 de junho de 2010

Mutação

Ando escrevendo sobre paixão, esse trabalho me trás muitas recordações da forma como o amor encantou minha vida.
Essa linguagem do coração vai trazendo lembranças, levando em labirintos que eu achava que estavam esquecidos.
Mas eles estão lá, fazem parte da história, vão trazendo de volta memórias, lugares pessoas. A minha descoberta é que nada mudou, a forma de amar amadurece, mas não muda.
Sofre mutações, mas fica lá guardado de forma única, feito digitais.
O jeito e o golpe de ternura, a forma como passa e floresce, não mudou. O coração é um eterno adolescente.

Denise Portes

3 comentários:

Richard Mathenhauer disse...

Denise,

Creio que o amor seja como seus versos, um tanto paradoxal, um tanto ser e não ser, estar e não estar. Sofrer amando ou falando de amor é uma condição sem a qual não se vive esta experiência, ela também paradoxal.

Helcio Maia disse...

O amor não tem idade, a capacidade de amar nos pertence, desde sempre. "Há pessoas que a gente não esquece, nem se esquecer" (Rita Lee)

Suzi Montenegro disse...

Lindo seu texto!

Lembrou-me uma frase de um livro que gosto muito.

"Minhas paixões não podiam morrer, porque eram imensas e o que é imenso é eterno"

Como me deu permissão, andei copiando umas coisinhas aqui. (Sem te tirar os créditos, claro!)

Como as postagens já estão no seu blog, deve ficar chato posta-los no meu, então vou usa-las no orkut.
Pode ser?

Te deixo ternura e um beijo.

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