quinta-feira, 24 de setembro de 2020

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Pincéis tintas, um quadro. Um verso, um texto. Amigos de todos os lados, Histórias de todo sabor. Enfeita aqui, desarruma ali. Acolhe, recolhe, inventa. Tudo construído, com afeto. Verdades, perdões intensos. Muitos tijolinhos de bondade. Uma lágrima aqui e várias gargalhadas ali. Escrevemos, recortamos e criamos. No nosso universo particular, Transbordamos em admiração. Que orgulho te ver se transformar nessa mulher linda que me ensina, Que divide e aprende. Viva cada ano novo. Que nasce e renasce a cada chegada da primavera. Feliz aniversário minha filha. Que beleza mais bonita amar você! Te amo infinito. Denise Portes

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

domingo, 20 de setembro de 2020

sábado, 19 de setembro de 2020

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

terça-feira, 15 de setembro de 2020

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

domingo, 13 de setembro de 2020

sábado, 12 de setembro de 2020

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

terça-feira, 8 de setembro de 2020

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

domingo, 6 de setembro de 2020

sábado, 5 de setembro de 2020

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

terça-feira, 1 de setembro de 2020

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

domingo, 30 de agosto de 2020

sábado, 29 de agosto de 2020

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

terça-feira, 25 de agosto de 2020

domingo, 23 de agosto de 2020

sábado, 22 de agosto de 2020

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

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domingo, 16 de agosto de 2020

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terça-feira, 11 de agosto de 2020

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

domingo, 9 de agosto de 2020

sábado, 8 de agosto de 2020

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

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sexta-feira, 31 de julho de 2020

quinta-feira, 30 de julho de 2020

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

domingo, 19 de julho de 2020

sábado, 18 de julho de 2020

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quinta-feira, 16 de julho de 2020

quarta-feira, 15 de julho de 2020

terça-feira, 14 de julho de 2020

Angústia


A Márcia, moça que trabalha aqui em casa, ouve rádio. As notícias são punk, tipo só tragédia, misturadas a muitas músicas de igreja que ela faz questão de acompanhar a letra. Loucura. Dia desses, eu a ouvia cantar em alto e bom som uma música do Roberto Carlos e pensei: “Oba, menos mal, vou ouvir algo melhor.” Não me agüentei e perguntei a ela:
- Mudou a estação?
Ela respondeu prontamente:
- Sabe o que é Dona Denise, aquela outra estação anda me dando muita “augústia”.
Ao ouvir angústia sendo pronunciada assim entendi perfeitamente. Nunca mais quero ouvir aquela estação rsrs.

Denise Portes

segunda-feira, 13 de julho de 2020

domingo, 12 de julho de 2020

sábado, 11 de julho de 2020

sexta-feira, 10 de julho de 2020

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terça-feira, 30 de junho de 2020

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quarta-feira, 10 de junho de 2020

terça-feira, 9 de junho de 2020

segunda-feira, 8 de junho de 2020

domingo, 7 de junho de 2020

Pandemia

Eu pensava que ia aproveitar o tempo mais, concentrar em determinadas coisas, mas não dá tempo, é muito pior o tempo quando você fica assim com esse tempo todo. Parece que falta tempo. O dia passa rápido, logo fica de noite, logo está na hora de dormir, é tarde pra dormir. Eu preciso dormir mais cedo para fazer coisas de manhã, é estranho isso.

Caetano Veloso.

sábado, 6 de junho de 2020

sexta-feira, 5 de junho de 2020

quinta-feira, 4 de junho de 2020

quarta-feira, 3 de junho de 2020

terça-feira, 2 de junho de 2020

segunda-feira, 1 de junho de 2020

domingo, 31 de maio de 2020

Sereno.

Noites tranquilas sempre existiram na roça, com seu silêncio de noites escuras, quando a lua não apareceu para nos saudar. Embalados nas noites curtas, onde a casa adormece em um descanso descuidado do futuro, criamos o sentido de existir. 
É na madrugada que magias se revelam? Talvez seja no silêncio que as revelações acontecem e no barulho elas são apontadas. Estar atento pode ser a ponte entre “o infinito que não se sabe e você”. Uma linha tênue sempre diz algo que parece mágico, a fragilidade incide.  

Denise Portes

sábado, 30 de maio de 2020

Atalhos.

Parte de mim eu inventei, porque acreditar na própria história é também uma mitomania, quem sabe para se salvar de você seja necessário criar atalhos?

Denise Portes

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Hábito peculiar.

A vizinha do apartamento embaixo do meu gosta de começar a lavar a roupa na máquina de lavar a meia noite. Agora eu não tenho mais insônia, durmo ao som de rumrumrumrumrum....

Denise Portes

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Sentir.

Sentir é criar. Sentir é pensar sem ideias, e por isso sentir é compreender, visto que o universo não tem ideias.

Fernando Pessoa

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Os descaminhos do amor.

Bendito seja o amor que se expande pelos encontros que temos em nossas vidas. Bem-vindo seja o amor que nos deixa circular por entre as pessoas que nos amam e nos liberta da culpa de amar quem faz parte das nossas histórias. Por encanto de se revelar o amor construído, mesmo quando masca foi amor, qualquer coisa entre a confusão, transferência ou dor é amor. Qualquer coisa que insiste, até inimigo, ensina a amar. E há de se respeitar amor bandido, que fere numa profunda dor, depois vem aquele amor que carrega a paz que nunca mais a gente esqueça que amor esquisito nos faz enxergar amor bonito.

Denise Portes

terça-feira, 26 de maio de 2020

Silêncios

Noites tranquilas sempre existiram na roça, com seu silencio de noites escuras, quando a lua não apareceu para nos saudar. Embalados ao silencio das noites curtas, onde a casa adormece em um descanso descuidado do futuro, criamos o sentido de existir. É na madrugada que magias se revelam? Talvez seja no silêncio que as revelações acontecem e no barulho elas são apontadas. Estar atento pode ser a ponte entre “o infinito que não se sabe e você”. Uma linha tênue sempre diz algo que parece mágico, a fragilidade incide.  

Denise Portes

segunda-feira, 25 de maio de 2020

domingo, 24 de maio de 2020

sábado, 23 de maio de 2020

sexta-feira, 22 de maio de 2020

quinta-feira, 21 de maio de 2020

quarta-feira, 20 de maio de 2020

terça-feira, 19 de maio de 2020

segunda-feira, 18 de maio de 2020

domingo, 17 de maio de 2020

sábado, 16 de maio de 2020

sexta-feira, 15 de maio de 2020

quinta-feira, 14 de maio de 2020

quarta-feira, 13 de maio de 2020

terça-feira, 12 de maio de 2020

segunda-feira, 11 de maio de 2020

domingo, 10 de maio de 2020

sábado, 9 de maio de 2020

sexta-feira, 8 de maio de 2020

quinta-feira, 7 de maio de 2020

quarta-feira, 6 de maio de 2020

terça-feira, 5 de maio de 2020

segunda-feira, 4 de maio de 2020

domingo, 3 de maio de 2020

sábado, 2 de maio de 2020

sexta-feira, 1 de maio de 2020

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Pandemia 48°dia.

São quarenta e oito domingos seguidos de dias curtos e noites intermináveis e um acordar com outros planos. Nem sei como eram os meus dias com tantos afazeres durante cada dia, na outra vida, aquela que é conhecida quando a vida era “normal”.
Que maravilha essa reinvenção do viver, essa angustia pelo que vai acontecer e o eterno presente. Esperança se dá com lideranças. Não temos um líder no governo neste momento de pandemia.

Denise Portes

quarta-feira, 29 de abril de 2020

terça-feira, 28 de abril de 2020

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Pandemia - 45° de isolamento social.

A paisagem está lá, feito um quadro, pintado com todas as cores da natureza mais exuberante. A lagoa, as montanhas, o mar tudo calmo, sereno, com brisa. O sol acaricia as paisagens o clima é ameno, outono que parece se eternizar pelas tardes frescas. A lua no céu e as noites com temperaturas amenas como se nunca tivesse acontecido aqueles verões asfixiantes do mês de janeiro. De uma vida que corria numa velocidade comparada a um caminhão que desce em alta velocidade ladeira abaixo, a freada brusca mundial. Pandemia. Eu só tinha lido essa palavra quando estudei a gripe espanhola, na minha infância. E aquilo me parecia tão distante que confesso ter ficado lá nas aulas de história, acho que na época era mais nas aulas de conhecimentos gerais. Viver este momento, depois de 45 dias dentro de casa saindo para fazer o básico, supermercado, farmácia e perceber as ruas vazias e pessoas assustadas de máscaras, amigos em pânico, a TV que é assustadoramente negativa, Instagram, facebook e tantas redes sociais com soluções ou com relatos de todos os lados como enfrentar a pandemia. A crise mundial e a crise política, com um presidente desnorteado, demitindo o ministro da saúde e assinando a demissão do ministro da justiça, pasmem, eu estou anestesiada.
 Catatônicos buscamos saídas racionais, emocionais e espirituais. Nossas casas não são prisões, uma beleza poder, para quem pode ficar em casa. O fato é que nós estamos amordaçados por um sistema que ruiu e nem mesmo as brigas políticas vão minimizar a nossa dor. Vivemos num eterno domingo, assim eu sinto. Não existe plano para o que vai acontecer, estamos completamente no momento presente, como diz uma amiga; isso já é um presente. Aprendizados constante, arrumar a casa, ler os livros não lidos, organizar as ideias, no meu caso separar escritos e reler antigos projetos. Basta uma saída a rua, com máscara, distância das pessoas, álcool gel, lavar tudo que comprou e produzir comidas e desacelerar o pensamento novamente depois deste rolê todo. Ginástica em casa para segurar o corpo e manter a mente sã.  Não existe banho de mar, a polícia prende quem pisar na areia, nem passeio pelas ruas desertas e ensolaradas, nem chope com amigos, nem comemoração dos aniversários, nem visita a ninguém. Não podemos trocar afetos em abraços e nem trabalhar em qualquer espaço que não seja um trabalho home office. Tenho feito mergulhos internos incríveis e usado as ferramentas que graças ao Universo eu estudei no decorrer da vida e aprendi muito, mas tenho olhado para o externo e observado os erros que cometemos juntos. Nem sei para que escrevo tudo isso, acho que é apenas para tirar da cabeça e colocar no papel.

Denise Portes

domingo, 26 de abril de 2020

sábado, 25 de abril de 2020

sexta-feira, 24 de abril de 2020

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Corona virus.

Estamos de tornozeleiras eletrônicas confinados em nossas casas, enquanto a Terra se recupera das nossas irresponsabilidades. Ao precisarmos sair às ruas nos deparamos com um cenário patético de pessoas que não se olham e que mantém distancia uma das outras, enquanto isso os mendigos que já mais foram vistos se proliferam e se escondem pelas ruas vazias e nos observam com nossas máscaras que mostram apenas nossa alma, desculpa, nossos olhos não menos amedrontados com todo o cenário.

Denise Portes

quarta-feira, 22 de abril de 2020

segunda-feira, 20 de abril de 2020

domingo, 19 de abril de 2020

sábado, 18 de abril de 2020

sexta-feira, 17 de abril de 2020

quinta-feira, 16 de abril de 2020

quarta-feira, 15 de abril de 2020

terça-feira, 14 de abril de 2020

segunda-feira, 13 de abril de 2020

domingo, 12 de abril de 2020

sábado, 11 de abril de 2020

Covid -19

Hoje fui ao supermercado, isso passou a ser uma missão em tempos de pandemia, enxergar as pessoas de máscaras me faz ter um estranhamento, mesmo sendo dentista há 34 anos e usando máscaras como quem usa sabonete. Aliás é o que mais faço na minha profissão: Lavar as mãos, usar álcool gel, luvas e máscaras, porém fico colada nos pacientes.
Sempre penso que o planeta transbordou com os maus-tratos dos humanos. Enquanto observava as pessoas que estão atentas aos seus passos e a distância mantida entre um e outro, me ocorreu que agora só enxergamos os olhos das pessoas, ou seja, agora nos relacionamos com a alma de cada um.
Estamos tentando entender os mistérios do que está acontecendo embora eles sejam bem evidentes.
Mares, rios, águas poluídas, barragens rompidas, terremotos, tsunamis, lixos pela rua, políticos corruptos, falta de amor, respeito ao próximo, etc, etc, etc....
Pronto, acabou a brincadeira, vocês já se divertiram demais, agora cada um para sua casa e vamos todos conviver com suas escolhas. Sair na rua agora só para enxergar a alma do outro, entenderam, ou precisa desenhar? – disse a Terra.

Denise Portes

sexta-feira, 10 de abril de 2020

quinta-feira, 9 de abril de 2020

quarta-feira, 8 de abril de 2020

terça-feira, 7 de abril de 2020

segunda-feira, 6 de abril de 2020

domingo, 5 de abril de 2020

sábado, 4 de abril de 2020

sexta-feira, 3 de abril de 2020

quinta-feira, 2 de abril de 2020

quarta-feira, 1 de abril de 2020

terça-feira, 31 de março de 2020

segunda-feira, 30 de março de 2020

domingo, 29 de março de 2020

sexta-feira, 27 de março de 2020

quinta-feira, 26 de março de 2020

quarta-feira, 25 de março de 2020

terça-feira, 24 de março de 2020

COVID - 19

Eu me sinto sentada, angustiada, louca, esperando o tsunami. Olho estatelada a TV e parece que estou dentro de um filme de ficção, daqueles estranhos. O dia passa e os pensamentos vão navegando em águas agitadas e vez ou outra me agarro a uma boia para permanecer na calmaria. Tive bastante tempo de aprender mantras, orações, mandingas e encher meu coração de fé. Sigo com eles abraçados ao meu espirito ainda que a mídia me coloque o tempo todo em teste. Dai vem à voz da minha mãe: Não há mal que sempre dure.
O vento sopra e entra pelas frestas das portas e o sol ilumina a janela do meu quarto fazendo brilhar meu santuário. Nem nos momentos mais estranho eu esperava estar aqui para enxergar o dia em que a Terra parou para reagir a todas as agressões humanas.
Já estamos tento um novo tempo e um novo mundo e as manhãs de Outono estão mais luminosas.


Denise Portes

segunda-feira, 23 de março de 2020

domingo, 22 de março de 2020

sábado, 21 de março de 2020

Coronavírus - 2020

A vida nunca me pareceu em um lugar tão perfeitamente estranho, ou estranhamente perfeito.
Eu não estou triste porque estou em casa, nem porque não vou poder ver meus amigos por um tempo, nem mesmo porque não vou poder trabalhar no meu consultório.
Minha tristeza tem raízes profundas do descaso da população pelo planeta, pelos lixos que há anos entopem os bueiros, pela poluição da praia e da água podre que saiu nas torneiras do Rio de Janeiro, pelos hospitais públicos que há anos pedem socorro. Pelas latas atiradas nas ruas, os mendigos dormindo nas calçadas de Copacabana por onde circulam ratos, pela violência urbana. Minha tristeza é assistir o rompimento da barragem de Brumadinho e a destruição da chuva que varre cidades e cai sobre a cabeça da população mais pobre.
Eu choro ao assistir a Itália cantar nas varandas e a população que tem que assistir tanta gente morrer e não ter onde enterrar seus mortos.
Hoje eu choro pela enorme população desprovida de dinheiro para comprar sabão e por não ter nem sua casa para ficar.
Eu compreendo que o planeta terra nos deu tanto e tão pouco fizemos por ele.
Quando minha filha era pequena e fazia algo que eu precisava corrigir eu a colocava no de castigo e dizia:
Vai ficar lá no seu quarto e procura no cantinho dos seus pensamentos o que você fez.
A Terra exausta das nossas agressões espirrou um pequeno vírus e colocou todos os países em casa para pensar.
Que este momento nos faça voltar mais fortes e pedir perdão ao planeta por todas as grosserias que fizemos com ele.

Denise Portes

sexta-feira, 20 de março de 2020

quinta-feira, 19 de março de 2020

terça-feira, 17 de março de 2020

segunda-feira, 16 de março de 2020

Coronavírus.

Nós tornamos refém do planeta, parece que o planeta resolveu se vingar de todas as maldades que fizemos com as matas, águas dos rios, dos mares. Poluímos, sujamos, desrespeitamos as regras do paraíso que nos foi dado. O corona vírus nos colocou de castigo, encarcerados com nosso dinheiro, sem dinheiro, com as nossas reflexões de que é impossível controlar tudo. Somos reféns de todas as nossas escolhas. Agora temos que nos unir, sem dar as mãos, sem abraços, beijinhos e carinhos, uma união de enfrentar o que está chegando para podermos combater o tsunami que a doença causa. Segura a peruca porque já está ventando. Não temos para onde ir, ou nos unimos em grandes correntes de movimentos coletivos e pensamentos positivos ou caímos nos abismos das paranoias.

Denise Portes

domingo, 15 de março de 2020

sábado, 14 de março de 2020

sexta-feira, 13 de março de 2020

quinta-feira, 12 de março de 2020

quarta-feira, 11 de março de 2020

terça-feira, 10 de março de 2020

segunda-feira, 9 de março de 2020